terça-feira, 20 de dezembro de 2011

El ciclo de la vida


Es increíble como a la gente siempre le hace falta alguna cosa, ¿no? En serio, no creo que sea sólo la codicia, sino que una característica de las personas de seguir deseando algo más.

Uno piensa en A y lucha algún o muchísimo tiempo hasta que llegue allá. Sin embargo, cuando logra esto, se queda insatisfecho, y pronto empieza a desear B, y después C...

¿Eres así? Tranquilízate, hombre… no estás sólo.

Aún tengo duda sobre la naturaleza de esto, entonces sigo todavía sin todas las respuestas a mis preguntas. ¿Habrá el día en que me daré cuenta de que no me falta más nada? ¡Ojalá que sí!, porque a mí no me apetece morir buscando, si no todo el esfuerzo del camino no habrá merecido la pena.

A lo mejor tendré que reflexionar un rato más a ver si arreglo todo esto en mi cabeza. Mientras tanto, ya no me queda duda de que la cosa no está rota. Es así y ya está.

Lo que pasa es que tras un buen logro, nadie debe quitarse el sabor de la victoria. Aunque de buenas a primeras se lo olvidará y se marchará rumbo a otra meta, hay que fiarse en sí mismo y disfrutar de la superación de sus retos.


IThauan dos SantosI

domingo, 16 de outubro de 2011

Reflexão geométrica


Pare e pense. Uhum... isso mesmo que você leu. Pedi para você parar e pensar. Nesse momento você está refletindo e se perguntando: “Pensar em quê?!?”... Curioso como isso deveria ser algo natural e intrínseco ao nosso cotidiano, mas, na verdade, não o é. Resta-nos tentar entender o porquê.

É bem verdade que vivemos em um mundo globalizado, dominado pela era da informação. E da (des)informação, como consequência. Seríamos capazes de analisar, interpretar e processar tantos diferentes sons, tons e fontes? Acho até que possa ser possível, mas estou mais inclinado a pensar que a empreitada é parabólica.

Na verdade, até acredito que sim, afinal somos obrigados a nos manter atualizados e não apenas isso, mas sim críticos, mesmo quando somos quase leigos no assunto. Considerando-se a variedade de temáticas, discussões e áreas do conhecimento, maior que a própria variação do círculo cromático de Newton, um leve pitaco sempre cairá bem... O mercado “lá fora” está ferrenho e você precisa sempre se destacar. Ninguém duvida. Tampouco eu.

Agora pense a partir de um outro prisma, já explico... pense não nas notícias dos rádios, dos jornais e da televisão. Pense em você. É um exercício em tanto, é verdade, mas sempre foi realizado. Confesso que ando fugindo dessa classe. Você não? Então, está no caminho certo. Se não foge, é claro... O individualismo é destacado com uma das principais características provenientes/precursoras do sistema capitalista, no entanto, em alguns âmbitos, eu fico a procura de um modelo econômico que mais se adeque a mim.

ILuan dos SantosI

domingo, 9 de outubro de 2011

Inefavilização de um ideal: forma e conteúdo

Há alguns anos atrás esse blog foi criado. E com um propósito: o de ser um local onde os autores pudessem se expressar livremente. Toda e qualquer sorte de expressão, mas, sobretudo, seus ideais. Nascia, assim, o Ideal Inefável.

Inefável, porque partimos da premissa de que nem todos os pensamentos, nem todas as ideias, nem todos os devaneios, nem todos os ideais poderiam ser expressos por meio das palavras. Não obstante, todo o texto vir acompanhado de uma imagem que o possa apoiar. Que possa, de alguma forma, clarifical um ideal.

Dessa forma seguimos. E seguimos tratando e abordado de quase tudo: da poesia à prosa; do romance à ficção; da solidão ao amor. Sempre em uma perspectiva crítica, mas a partir da vivência pessoal. É o nosso toque especial.

Mas não escrevo para parabenizar, mas sim para problematizar. “Ideal Inefavel: pois nem sempre há uma explicação”. Será? Um ideal seria inefável, porque não tem explicação ou o seria por qualquer outra razão? Poderia sê-lo pelo simples fato de que o mesmo não quer ser explicado ou mesmo não merece explicação. Ou até porque o ideal por si só é auto-explicável e, logo, não faria sentido uma explicação. Não nos parece a metalinguagem ser um função linguística rica nesse contexto…

A partir dessa discussão, eu me questiono. Existiria um ideal inefável? Não haveria alguma forma de expressão, seja ela literária, artística, musical, enfim, que a abarcasse em sua plenitude. Prefiro ficar no âmbito da reflexão, uma vez que a resposta para tal indagação eu não a tenho. Mas após uma trajetória relativamente curta, porém expressiva, da existência desse espaço, fico com um indício de que tudo é passível de uma explicação, mesmo um ideal, à priori, dado como inefável. A questão, portanto, trata-se da forma, e não do conteúdo.

ILuan dos SantosI

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Aplicando mis estudios a un caso práctico

¿Por qué no intentar hacer un análisis de la teoría microeconómica de los agentes que viven el juego del Amor? Me di cuenta de que las personas involucradas siguen desconociendo sus actos, reglas y, sobretodo, las consecuencias asociadas a las probabilidades de sus elecciones, y por esto voy a reflexionar un rato.

Aunque sepa que esto suele resultar en grandes errores, a mí me encantaría llegar a un resultado óptimo, es decir, lograr el equilibrio paretiano en este juego desreglado. Sin embargo, necesito añadir y subrayar que no creo que sea posible llegar a grandes resultados prácticos. A lo mejor haré un esfuerzo y por fin miraré las conclusiones de este intento.

Lo que pasa es que la primera gran diferencia entre los supuestos de la teoría microeconómica y los del juego del amor es que aquí nadie es racional. En cuanto uno hace lo que le da la gana sin racionalizar mucho, el otro cambia sus planes y lucha en nombre del AMOR. No obstante, la teoría dice que los agentes son racionales y hacen las elecciones óptimas siempre.

Estoy seguro de que la más significativa distinción entre la teoría y el juego del amor trata de la información perfecta entre los agentes. ¡Ojalá fuera así! Mientras uno piensa sólo en sus propios beneficios, el otro sigue cambiando su vida y hace de todo para lograr el “éxito de la pareja”.

¡Qué putada! La vida es tan injusta. El gran reto de esto juego del amor es hacer con que los agentes piensen conjuntamente y, igual que muchos dicen, incluso hacer la vista gorda para muchos problemas se convierte en una tarea esencial.

No sólo QUERER, sino HACER son necesarios en esto juego. Más allá de la incertidumbre y de los riesgos, quizás un poco de emoción y ausencia de racionalidad sean grandes ingredientes extras de la salsa que endulza el juego.

Tras todo esto, sueño con tener la oportunidad de vivir este juego con más experiencia que la de mi último partido. Todavía queda mucho por aprender, pero en este juego sólo se aprende él que juega sin miedo de sufrir. De buenas a primeras me dio ganas de tener más práctica en este juego y, por lo tanto, preciso volver a jugar.

En cuanto al partido, no hay duda de que no es sencillo, pues está lleno de trampas. Voy a olvidar mis miedos y mis sufrimientos antiguos, además de hacer las cosas más al tun tun. A veces esto es necesario, liarse la manta a la cabeza y no tirarse la toalla tan pronto.

Ojalá que (ahora) mi media naranja se dé cuenta de que las cosas a menudo no son tan fáciles como deseamos.

Ahora rezo, pero sigo remando. Asimismo, no voy a echar margaritas a los cerdos, ni echar el agua al mar… Tampoco rizaré el rizo.


IThauan dos SantosI

sábado, 17 de setembro de 2011

Do latim às funções sintáticas

A vida é má. Sim, é verdade… não creio que você discordará de mim, a não ser que você ainda não tenha sofrido com ela: uma questão de tempo.

Que não me apontem como pessimista, mas se estamos fadados a sofrer com a vida, então seria determinista que fugimos de um futuro certo? Ao invés, tentamos encontrar a felicidade como forma de apaziguar uma trajetória cujo resultado já é dado... Não sei. Tampouco quero sabê-lo. Prefiro acreditar que tudo isso não passa de um devaneio. De uma elocubração.

Por hora me questiono sobre o que é ser feliz? Quem poderia me dizer? Seria alguém capaz? E o que é sofrer? Sofre quem chora, quem sente ou quem está calado? Ou os três? Ou nenhum? Seguir vivendo, é seguir sofrendo? Ou seguir sofrendo é seguir vivendo, portanto sofrer seria condição sine qua non para viver, bem como viver para sofrer?!?

Ser feliz, dessa forma, seria uma panacéia. Quem sabe uma utopia. Ou um estado – momentâneo – de espírito. Sigo acreditando na ideologia clássico-romântica, afinal “toda história (estória?) sempre tem um final feliz”. Eu sou otimista. Mas a vida é má.

Seria possível apenas viver em um fluxo contínuo, como a água que desliza por um rio e faz seu caminho de acordo com as pedras que surjem maré à frente? Talvez, Horácio estivesse certo quando em seu poema descreveu o carpe diem e, nesse sentido, planejar-se seria uma falha... No entanto, a tradição contemporânea nos afasta do mito, mas haveria alguma outra forma de se fitar em algo para continuar acreditando que sim, é possível? Que, quando bem velhinhos, poderemos olhar para trás e dizer que “valeu a pena” ter vivido e sofrido. E sofrido e vivido.

Se viver é sofrer, então quero viver. E se sofrer é viver, então quero sofrer. Conjunção subordinativa causal ou coordenativa conclusiva sempre me gerará dúvida, afinal nunca fui muito bom em funções sintáticas… Minha gramática, nem sei se a tenho mais, e nem seria preciso consultá-la, pois não há melhor experimento empírico do que quando se é o próprio objeto de análise.

ILuan dos SantosI

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O prêmio


Sabia que encontraria. Um dia ele teria certeza de que suas crenças não teriam sido em vão. E não o foi.

Há quem desista em meio à jornada, afinal todos sabemos que a trajetória é complexa. Mas quanto maior a dificuldade, maior o desafio. E maior o prêmio. E que prêmio.

Todos queremos o nosso “prêmio”. E todos merecemos tê-lo um dia. A questão é quando... E quando esse dia parece não chegar? E quando você pensa em desistir, porque a luta parece não ter fim? Afinal, é da natureza humana a ansiedade e a necessidade de “vitórias” alcançadas para motivar novos desafios.

Encontrei. E sei que todo o caminho percorrido, que toda o ideal, que todo o tempo empenhado foi necessário. Nada acontece por acaso. E tudo acontece no seu tempo devido.

ILuan dos SantosI

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Cognitive dissonance


Who said we have to do something without thinking about receiving anything back?

I really appreciate those who believe in that, even if they have actually experiencied such situation. I did consider that. Not anymore, I guess.

Even though you can wonder you have been so gentle, sweet and lovely, is there any reason to keep yourself being this way when you are not seen like that? Or when you have not seen any compassion? Everybody has their principles and beliefs, like I do. But it is not a hard and solid structure. It changes according to time. Neither the most narrowest nor the most open-minded one can disagree with this behaviour. We all change and the biggest challenge is to understand it and keep yourself reasonable.

This means that sometimes we are taken by cognitive dissonance... In this manner, I was thinking about how I am acting and being, and I could realise that I am hurting myself when I wait for something that I even know I will not have. But despite of knowing it, I endeavour in a long breath and I try myself to be rational, otherwise I will not know how to manage it. After all, as it is said, "hope dies last".

ILuan dos SantosI